Iron Maiden – Fear of The Dark (1992)

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Já que hoje é o aniversário do Bruce Dickinson, não poderia deixar de comentar sobre esta obra prima. “Fear of The Dark” é o nono álbum de estúdio da banda e foi o último disco de Bruce Dickinson, que deixou a banda para se dedicar a sua carreira solo até sua volta em 1999. Foi também o primeiro disco a ser produzido por Steve Harris, e o último a contar com Martin Birch (que se aposentou depois do lançamento). E além disso, a capa de Fear of the Dark, foi a primeira a não ser desenhada pelo artista Derek Riggs, sendo feita então por Melvyn Grant.

Este é sem dúvidas um dos meus álbuns mais marcantes, pois no começo dos anos 90 quando eu estava começando a curtir rock, já tinha influência dos meus pais em casa, que amam Beatles, Stones, Led, Floyd entre outras bandas anos 60/70. Mas tudo realmente mudou quando ouvi Sepultura, Maiden, Megadeth e o Metallica (antigo, é claro!), mas foi justamente ouvindo o Fear Of The Dark, que me despertou mais interesse em bandas pesadas e assim cai sem paraquedas no mundo do metal com todas suas vertentes e venho até hoje desbravando este tal mundo fantástico e desde então, não tive mais medo do escuro.

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Iron Maiden – The Number Of The Beast

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The Number of the Beast é o terceiro álbum de estúdio da banda britânica de heavy metal Iron Maiden. Foi lançado em março de 1982. O álbum traz algumas das suas mais famosas canções “The Number of the Beast”, “Run to the Hills” e “Hallowed Be Thy Name”. Foi o primeiro lançamento da banda à alcançar o topo das paradas de sucesso da UK Albums Chart, recebendo certificado de platina nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, e até hoje, já alcançou a marca das 16 milhões de cópias vendidas no mundo todo.

O que dizer sobre esta obra prima do heavy metal? Alguns irão dizer que não gostam e a maioria certamente o aclamaram. Álbum lindamente polêmico, não só pelas mídias em geral como também foi dentro da minha casa, quando coloquei na vitrola para rolar e pirar na clássica e eterna introdução de entrada da faixa titulo “The Number Of The Beast”, que foi tirada diretamente do livro Apocalipse (12:12) e (13:18), minha mãe ficou se benzendo, fazendo o sinal da cruz e o som rolando solto e hoje fico a pensar, se ela se assustou assim, imagina então o que seria se o ator e mestre do terror Vincent Price tivesse aceitado gravar a intro com aquela voz medonha (no bom sentido), acredito que minha mãe teria me queimado vivo junto do disco e ambos estaríamos no fogo eterno.

Mas ela me deixou vivo na terra, e as vezes só para livrar seus suaves ouvidos dos agudos do Bruce Dickinson, pedia para eu colocar o bolachão Revolver do The Beatles para ela ouvir e degustar como toda boa Beatlemaníaca. E assim sendo os anos se passaram, fazendo deste álbum um clássico do heavy metal guardado na minha estante ao lado do disco queridinho da mamãe. Com isso a música continuou juntando gerações no sofá para cantar no karaokê, indiferente de quem vem antes de quem entre “The Number Of The Beast” ou “Eleanor Rigby”, o que importa realmente é saber ouvir, cantar e ser feliz.

Faixas:

1 – Invaders
2 – Children of the damned
3 – The prisoner
4 – 22 Acacia avenue
5 – The number of the beast
6 – Run to the hills
7 – Gangland
8 – Total eclipse
9 – Hallowed be thy name