À La Carte: Lieutenant – Belle Epoque

O projeto Lieutenant marca a estreia de Nate Mendel, baixista do Foo Fighters, em carreira solo, com o álbum If I Kill This Thing We’re All Going To Eat For A Week. Aqui, ele se afasta bastante da sonoridade da banda de Dave Grohl e se aproxima do rock alternativo do Sunny Day Real Estate, influente nome dos anos 90 onde Mendel também é baixista.

Belle Époque (expressão francesa que significa bela época) foi um período de cultura cosmopolita na história da Europa que começou no fim do século XIX (1871) e durou até a eclosão da Primeira Guerra Mundial em 1914. A expressão também designa o clima intelectual e artístico do período em questão. Foi uma época marcada por profundas transformações culturais que se traduziram em novos modos de pensar e viver o cotidiano.

 

À La Carte: Tom DeLonge – To The Stars…

Depois que Tom DeLonge foi comunicado pelo Blink-182 de que não estava mais na banda já que havia se comprometido, mais de uma vez, em gravar e excursionar com a banda e desistiu em cima da hora, ele resolveu lançar quatro discos.

Pelo menos é o que prometeu para 2015, e o primeiro álbum é To The Stars… Demos, Odds and Ends, lançado em  21 de Abril, que traz oito faixas do que seriam demos e sobras de estúdio tanto do Angels And Airwaves quanto, supostamente, do Blink. Conferem!

À La Carte: Royal Thunder – Crooked Doors


O Royal Thunder é um grupo de hard rock que vem de Atlanta, nos Estados Unidos, e surgiu na prolífica cena da região que tem nomes como Mastodon e Baroness como grandes expoentes. Após uma estreia elogiada, a banda está de volta com seu segundo disco Crooked Doors e possui uma história bastante curiosa: o trabalho vem após o fim do relacionamento da baixista/vocalista Mlny Parsonz com o guitarrista Josh Weaver, mas a banda segue firme e forte. Vale a pena saborear este som.

The Cure – The Head on the Door

Sem título

The Head on the Door é o sexto álbum de estúdio da banda The Cure, lançado em 13 de agosto de 1985. Depois de gravar um de seus álbuns mais sombrios em 1984 o álbum The Top, o The Cure mudou sua direção musical radicalmente. A banda sempre teve um elemento pop em seu som, mas foi com o álbum The Head on the Door que alcançaram o topo como uma máquina de singles nas paradas. O disco começa com a melhor abertura de um disco já feito pelo The Cure na minha opinião, ‘In Between Days’ é simplesmente genial e que deve ter deixado os caras do New Order de cabelos em pé, pois o posto estava sendo tomado. O baixo de 6 cordas tocado em estúdio por Smith, além de lindo, lembra os melhores momentos da banda em formação, que na época, ainda lutava para se consagrar, e viu sua sonoridade emulada num mega hit arrasa quarteirão.

Já com ‘Kyoto Song’ o teclado vai para uma viajem oriental e o senhor Smith grita mesmo, sente a morte, os pesadelos e a solidão e chama a atenção para o poderoso arranjo. Logo tudo muda novamente com o violão flamenco em destaque em “The Blood“, que sempre me deu a impressão de ouvir Robert Smith exorcizando sua culpa cristã, paralisado pelo sangue de Cristo como a ótima letra descreve. Talvez o segredo de ‘The Head On The Door’ seja mostrar em cada canção uma diferente faceta da banda, ficando para ‘Six Different Ways‘ a verve mais singela e delicada do álbum, uma balada psicodélica que parece vinda direto da terra do nunca e que cria o clima para a explosão pop e levada roqueira da climática ‘Push‘, que fecha o lado A do vinil.

O ​Lado B e a viagem recomeça na eletrônica e dançante ‘Baby Screams‘, em que a voz de Robert marca presença pela força e frescor, dando um sentido de urgência à interpretação. Mas é no clima claustrofóbico de ‘Close to Me‘ que o gênio pop de Smith se libertou e mostrou a receita própria da fábrica de hits do The Cure. A partir de então, a banda não teve vergonha de apostar na simplicidade dos versos em primeira pessoa e na sonoridade em forma de caixinha de música.

Faixas:

1. In Between Days
2. Kyoto Song
3. The Blood
4. Six Different Ways
5. Push
6. The Baby Screams
7. Close to Me
8. A Night Like This
9. Screw
10. Sinking

À La Carte: Zac Brown – Heavy Is The Head

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Quando lançou seu primeiro disco de estúdio, The Foundation, em 2008, Zac Brown e sua banda eram associados ao country, estilo que fica bastante evidente em suas composições. De lá pra cá, porém, o cara conheceu Dave Grohl, lançou um EP produzido pelo líder do Foo Fighters, participou da série e do disco Sonic Highways, e passou a incorporar os mais diversos elementos do rock’n’roll em sua sonoridade.

O novo disco da Zac Brown Band, que deve sair semana que vem chamado Jekyll + Hyde, deve mostrar exatamente isso, já que traz até mesmo uma canção chamada “Heavy Is The Head”, com a participação de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden. Tenham uma ótima degustação.

DiscoCast #06 – Especial Monsters of Rock

DiscoCast#06

Nos dias 25 e 26 de abril será realizada a sexta edição brasileira do festival Monster of Rock e estarão se apresentando as bandas Kiss, Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motorhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Coal Chamber, Primal Fear, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen, Steel Panther, De La Tierra e Dr. Pheabes.
Neste episódio especial, falo um pouco sobre todas essas bandas em uma edição recheada de músicas.

Músicas deste episódio:
De La Tierra – Maldita Historia
Dr. Pheabes – Seventy Dogs
Rival Sons – Secret
Steel Panther – Turn Out The Lights
Black Veil Brides – The Legacy
Coal Chamber – Loco
Unisonic – Souls Alive
Primal Fear- Nuclear Fire
Accept- fast As A Shark
Yngwie Malmsteen – Eclipse
Manowar – Hail and Kill
Motörhead – Mean Machine
Ozzy Osbourne – Spiders In The Night
Judas Priest – Dissident Aggressor
KISS – Black Diamond
KISS – War Machine

Ouça os demais episódios: Arquivo DiscoCast

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Veja os 40 discos de vinil mais vendidos do milênio no Reino Unido

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No começo da semana foi anunciado o lançamento da primeira parada oficial de discos de vinil do Reino Unido, a Official Charts. Para divulgação da mesma, vários números têm sido disponibilizados para o público e entre eles estão os discos de vinil mais vendidos do milênio.

Os 10 primeiros nomes, compilados de 2000 pra cá, são:

Arctic Monkeys – AM
Travis – The Invisible Band
Radiohead – The King Of Limbs
Arctic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
Pink Floyd – The Dark Side of The Moon
Daft Punk – Random Access Memories
Pink Floyd – The Endless River
Bon Iver – For Emma, Forever Ago
Royal Blood – Royal Blood
The Stone Roses – Stone Roses

Veja a lista completa clicando aqui.